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Coluna - Politica

Por: TÔ LIGADO

Diplomacia americana: Coréia do Norte é convida para discutir desnuclearização.

Postado em 25/07/2011 16:29

Enquanto a Coréia do Sul é um país altamente industrializado na Península Coreana, a vizinha Coréia do Norte anda se arrastando para não ser submissa aos americanos. Foi necessária a produção e detonação, em testes nucleares, de bombas atômicas para que o mundo desenvolvido olhe com bons olhos para o nível de pobreza em que se encontra essa nação. Seus ditadores pouco ou nada fazem para amenizar tal situação; sua imprensa, se é que existe, é vigiada 24 horas por dia. Direitos humanos, nem pensar. Tem os piores indicadores sociais dessa região do pacífico, sendo vizinha do Japão, que formam uma área chamada por muitos estudiosos no assunto de “círculo de fogo”, não só pelos movimentos das placas tectônicas (tectonismo ou diastrofismo) que provocam maremotos e terremotos, além do vulcanismo, mas, sobretudo, por ser uma região de tensão e medo, posto que existem nações com grande poder nuclear, tanto a Coréia, quanto a China, a Índia, o Paquistão, detêm artefatos capazes de destruir boa parte do planeta Terra.

Boa iniciativa da diplomacia americana, ao chamar um funcionário de alto escalão do governo Norte Coreano para a mesa de negociações sobre seu avançado programa nuclear.

A Coréia e seus ditadores, sabe mais do que ninguém que os Estados Unidos têm próximo de mil ogivas nucleares na Coreia do Sul e no Japão, pois é hoje considerado um “guarda-chuva” nuclear dessas nações, prontas para serem usadas, em último caso, se necessário for.

Ano passado, por muito pouco, as duas Coréias não voltaram a guerra de fato, como ocorrera na década de 50. A grande diferença desse conflito está no poderio bélico da Coréia do Norte, que detêm perto de cinco bombas atõmicas (armamentos produzidos em usinas nucleares), que tem como principal matéria-prima o urãnio que, uma vez enriquecido em grande quantidade e com uso de modernas centrífugas, pode servir para produção de bombas nucleares, além do plutõnio, outro material que compoõe esses artefatos.

A Coréia do Norte mais parece o vizinho pobre que não tem nada, só tem o Sol do dia, e a noite de Lua e de estrelas, mas tem uma espingarda carregada de cartuchos para intimidar o vizinho ao lado.

A INVASÃO DA LÍBIA: ONU mais uma vez perde força

Assim como ocorreu com o Iraque, o presidente americano manda bombardear a Líbia sem autorização dos parlamentares federais e depois que várias vidas civis foram ceifadas é que o governo pede permissão ao Legislativo para ratificar mais uma operação desajustada dos americanos em território Líbio. Por outro lado, o Conselho Permanente de Segurança da ONU, que é composto pelos Estados Unidos, Rússia, China, França e Inglaterra, que tem como missão precípua discutir e decidir sobre assuntos de segurança no mundo, só tem dito amém aos Estados Unidos, que tem ofamoso poder de veto nas decisões mais importantes do Conselho.
Já é mais do quer hora de repensar mudanças profundas no Conselho de Segurança da ONU, em que o Brasil e a Índia, são pretensos candidatos a um assento permanente.

OBAMA ANUNCIA RETIRADA DE TROPAS DO AFEGANISTÃO.

Os americanos já invadiram o Vietnã, invadiram o Iraque e controlam toda à sua produção, refino e distribuição de petróleo; invadiram e derrubaram os Talebãs, no Afeganistão; “mataram” Bin Laden, mas não mostraram o corpo. Os muçulmanos são vistos com desconfiança pela Casa Branca. O Conselho Permanente de Segurança da ONU, perdeu credibilidade, especialmente com a invasão do Iraque, sem a sua permissão; A OTAN(Aliança MIlitar do Atlânico Norte) tem matado vários civis na Líbia.

Qual é realmente a política externa de Obama? Tá muito parecida com a de Bush, seu antecessor. Obama Esteve no Brasil, tentando melhorar nossas relações, depois que Lula visitou Cuba, Irâ, Rússia, Venezuela etc… Obama, ao que parece, só pensa nas eleições do próximo ano.

Agora os americanos tem que apressar a retirada de mais tropas do território afegão, depois que um alto funcionário desse governo fora assassinado pelos Talebãs ou pela Al Qaueda de Bin Laden.

Dizem que os americanos nunca invadiram a Ilha de Fidel, porque esse país não representa qualquer risco ao povo americano, mas invadiram o Iraque e já administram toda a sua prospeção, produção, refino e distribuição de petróleo, sua principal riqueza.

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